Professores da Banga concluem formação sobre metodologias de ensino da língua Kimbundu

Trinta e Cinco professores do ensino primário no município da Banga, província do Kwanza Norte, concluíram hoje um seminário de formação sobre metodologias de ensino da língua Kimbundu e expressão musical, no âmbito das acções do executivo viradas ao incentivo da aprendizagem e uso das línguas nacionais no ensino e comunicação.

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Lei gera polêmica ao autorizar o uso de inglês nas universidades francesas

Um projeto de lei, que autoriza as universidades da França a darem aulas em inglês, discutido atualmente pelo Parlamento do país, está causando grande polêmica. A França é um país historicamente apegado à sua língua. Além disso, o país teve muitas rixas no século XX (e em períodos ainda mais antigos) com a vizinha europeia, Inglaterra, sua rival em algumas guerras. Só as gerações francesas mais novas começaram a interessar pela cultura de outros países e a aprender outros idiomas, como o inglês.

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Pluralidade linguística e acessibilidade

Nesta terça-feira, dia 28, das 16h às 18h, no Auditório Henrique Fontes, CCE, será promovida a mesa-redonda “Plurilinguismo e Acessibilidade”, com a presença de linguistas e membros de entidades representativas de cegos e surdos de Santa Catarina. Informações: (48) 9963-8622 ou laubpi@gmail.com.

Promoção de línguas brasileiras de imigração: em pauta na mídia e nos municípios brasileiros

Em destaque no Jornal A Gazeta de São Bento do Sul (SC), esteve a presença e a promoção das línguas brasileiras de imigração faladas naquele município, a saber: Hochdeutsch, Bayerisch, italiano, polonês e ucraniano. A pesquisadora do Ipol, Ana Paula Seiffert, que realizou um diagnóstico sociolinguístico em São Bento do Sul em sua dissertação de mestrado (UFSC/2009), participou da matéria com alguns esclarecimentos sobre os usos e representações de cada uma dessas línguas de imigração na localidade, sinalizando, inclusive, para a necessidade de ações de promoção dessas línguas que estão em processo de perda (em diferentes estágios) na localidade. No referido estudo, a pesquisadora defende que as ações para revitalização e manutenção dos idiomas minoritários na localidade precisam passar pela recuperação do prestígio, do status das línguas de imigração e, para isso, sugere o envolvimento da comunidade na elaboração de estratégias que garantam a preservação do patrimônio linguístico da cidade. Conhecendo-se detalhadamente a realidade linguística do município e através de ações discutidas e elaboradas com a participação dos falantes, como a criação de um Conselho de Línguas (a exemplo de outras cidades) e a inclusão dos idiomas minoritários nas grades curriculares das escolas municipais, a pesquisa aponta para a possibilidade de reverter o quadro de desaparecimento dessas línguas brasileiras de imigração.

As línguas brasileiras de imigração e sua promoção, atualmente, tem despertado maior interesse dos meios de comunicação e do público em geral mas também dos governos, sobretudo nos municípios que passam a perceber e a valorizar a diversidade e o patrimônio linguístico que possuem. Isso fica evidente quando se observa, por exemplo, a quantidade de municípios brasileiros que cooficializaram línguas brasileiras de imigração: Santa Maria de Jetibá, Domingos Martins, Pancas, Laranja da Terra e Vila Pavão no Espírito Santo e Canguçu no Rio Grande do Sul cooficializaram o Pomerano; Serafina Corrêa no Rio Grande do Sul cooficializou o Talian; Antônio Carlos em Santa Catarina o Hunsrükisch e Pomerode, Santa Catarina, o Alemão.

Ações de promoção como a cooficialização estão em pauta no Forlibi, o Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração. Fundado pelo Ipol, pela FIBRA-RS (Federação das Associações Ítalo-Brasileiras do Rio Grande do Sul), pela Prefeitura Municipal de Santa Maria de Jetibá (ES) e pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), o Fórum reúne e promove o diálogo sobre as iniciativas de promoção das línguas brasileiras de imigração entre falantes, pesquisadores e instituições parceiras, propondo-se a ser um “espaço de pesquisa, mediação e articulação política em variadas frentes para o fortalecimento das mesmas”.

Na promoção das línguas de imigração, além de integrar o Forlibi, atualmente o Ipol participa do Conselho da Língua Alemã de Blumenau (SC) e e também está executando o Projeto Receitas da Imigração – Língua e Memória na Preservação da Arte Culinária (IPHAN/PNPI 2012). Esse projeto está produzindo uma publicação plurilíngue (línguas de imigração/português) com as histórias das imigrações tais como contadas nas línguas das comunidades linguísticas da região do Vale do Itajaí através das tradições culinárias desses grupos.

Forças políticas e Sociedade civil discutem o Bilinguismo social efectivo e a oficialização da Língua Cabo-Verdiana

O Fórum Parlamentar que arrancou esta manha e decorre durante dois dias no palacio da Assembleia naqcional é para o Ministro da Cultura o passo mais próximo para o consenso quanto a oficialização do crioulo. 

Mário Lúcio Sousa advoga no entanto que não existem cronogramas ou pressão governamental sobre o Parlamento para que isso aconteça.

A oficialização da lingua cabo–verdiana é encarada pelos que defendem não apenas como um factor de unidade nacional, mas também de inclusão social e acessibilidade aos serviços públicos, para residentes e diáspora, e na valorização de um património Nacional que antecede a nação Cabo-verdiana.
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41 indígenas Guarani Kaiowá se formam pela UFGD

Se para estudantes do centro urbano já é uma vitoria entrar e concluir uma faculdade, quando chega o seu dia de formatura, o que dizer de um numero significativo de 41 indígenas  que passaram pela UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) e nesta sexta-feira fazem sua colação de grau em nível superior de diversas áreas para atuarem como professores.

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