Belém e Manaus são cemitérios de línguas extintas na Amazônia

Paca, tatu, cotia sim. Esses e outros bichos desconhecidos na Europa foram encontrados no litoral brasileiro e na Amazônia pelos portugueses, que tomaram emprestado das línguas indígenas os nomes de animais, peixes, plantas, práticas culinárias, tecnologias tradicionais e formas de fazer as coisas.

Mas, por outro lado, os portugas trouxeram um mundo de coisas novas que não existiam aqui: enxada, machado de ferro, papel, catecismo, bíblia, pecado, cupidez, padre, soldado, pólvora, canhão e até animais como vaca, cavalo, cachorro, galinha. Com as coisas, trouxeram os nomes das coisas.

A língua portuguesa e as línguas indígenas, através de seus falantes, ficaram se esfregando e se roçando uma nas outras, num intenso troca-troca. Esse atrito, que a sociolinguística chama de línguas em contato, configurou o português regional e marcou os idiomas indígenas, um dos quais serviu de base para o Nheengatu, a língua que durante séculos organizou a comunicação entre todos.

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Dicionário e gramática de línguas indígenas são lançados em RR

Nesta sexta-feira (23), a Editora da Universidade Federal de Roraima (UFRR) promove o lançamento do livro “Paradakary Urudunaa”, um dicionário de Wapichana-Português e Português-Wapichana, e da gramática Macuxi “Senuwapainîkon Maimukanta – Vamos estudar na nossa língua Makuusi Maimu”, no Instituto Insikiran, campus Paricarana, às 15h.

As obras são resultado do  programa da UFRR para valorização das línguas e culturas Macuxi e Wapichana. Os recursos são do Ministério da Educação.

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Franceses tentam salvar pureza da língua na internet

A ministra da Cultura da França, Aurelie Filippetti, foi obrigada a se retratar, no início de agosto, por cometer um erro ortográfico em um tuíte. Como, por conta do cargo que ocupa, ela é a “guardiã oficial da língua francesa”, o episódio foi visto como vergonhoso. É fato que a espontaneidade das mensagens no Twitter acaba levando a desatenções com a língua; a ministra, por sua vez, culpou um assessor desleixado. No entanto, para puristas linguísticos, o incidente tocou em questões mais amplas, como a deturpação da língua nas mídias sociais e a invasão da língua inglesa na cultura francesa.

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Google+ começa a fazer tradução de postagens

Rede social traduzirá mensagens de línguas estrangeiras para a do usuário. Ferramenta será lançada gradualmente, diz empresa.

O Google+, rede social da empresa de buscas na internet, implantou nesta segunda-feira (19) uma ferramenta que faz traduções automáticas quando mensagens são postadas em línguas diferentes da escolhida pelo usuário.

Para fazer a conversão de uma língua estrangeira para a escolhida pelo internauta, basta clicar no botão “traduzir”, abaixo da mensagem.

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Portal vai ajudar professores a ensinar português para estrangeiros

Lisboa – Os docentes que ensinam a língua portuguesa para estrangeiros devem ganhar neste semestre o Portal do Professor Português Língua Estrangeira (PPPLE), um site com recursos pedagógicos para usar em sala de aula e nas tarefas dos alunos.

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Todos unidos contra o reinado do inglês

Perante o crescente entusiasmo dos europeus em adotar o inglês como língua franca, um intelectual romeno lança um sinal de alarme e apela à mobilização pela salvaguarda das línguas nacionais.

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