RIILP número 2: A Língua Portuguesa nas Diásporas

 A presença do português em tantos espaços fora dos países de língua oficial portuguesa, como uma herança preciosa para as próximas gerações, em uma rede pujante de relações e de sentidos, é prova de que a língua embarcou definitivamente na era da globalização, das transnacionalidades e das novas territorialidades, associadas ao século XXI, e expressas nas comunidades de falantes no exterior, às quais devemos dedicar o melhor do nosso esforço de compreensão e de colaboração”. Essas são palavras com as quais o prof. Gilvan Müller de Oliveira, Diretor Executivo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa – IILP, apresenta o número 2 da revista do Instituto.

A língua portuguesa nas diásporas, tema do Colóquio da Praia, é o número 2 do volume 1 da RIILP e está acessível diretamente no link  www.riilp.org, disponível na página do IILP www.iilp.org.cv. Boa leitura!

Alunos do 9º ano vão fazer este ano exames de Inglês

Os alunos do 9º ano vão realizar este ano, pela primeira vez, provas nacionais de Inglês, além dos já habituais exames de Português e Matemática, segundo um despacho do Ministério da Educação.

De acordo com o diploma, publicado na quarta-feira em Diário da República, os alunos que terminem o 3º ciclo vão passar a realizar anualmente “testes diagnóstico de Inglês, doravante designados por provas (…), que integram obrigatoriamente as componentes de compreensão e produção escritas e compreensão e produção orais”.

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Escrita de sinais? Como assim?

Escrever em língua de sinais ainda é pouco aceito/ difundido no Brasil, até porque, há algum tempo atrás não existia escrita para as línguas de sinais. Muitas pessoas acreditam que a escrita de sinais está muito aquém de nossa cultura e isso ainda é um grande desafio da comunidade surda. Da mesma forma que a linguagem escrita está associada ao direito de estabelecer uma comunicação em sociedade, a escrita de sinais pode dar ao surdo a autenticidade de se comunicar na sua língua materna, uma vez que a escrita de sinais segue as regras gramaticais da própria língua de sinais.

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Google busca fim da barreira da língua

Quando escritores de ficção científica vislumbram o futuro da humanidade, algumas ideias para melhorar o mundo pipocam repetidamente. Elas incluem energia gratuita e ilimitada e espaçonaves que viajam à velocidade da luz. E incluem também a criação de computadores miniaturizados que servem como tradutores universais, eliminando todas as barreiras de língua.

 O último destes sonhos, pelo menos, é algo que o Google pretende tornar realidade. A pessoa encarregada do projeto é um cientista da computação de um vilarejo perto de Erlangen, no sudoeste da Alemanha.

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O RAP Guarani na luta pela terra

Hoje (13/9), a menor terra indígena do país fará mais uma manifestação pelo direito de ter suas terras reconhecidas, a aldeia Pyau, nas cercanias do Parque Estadual do Pico do Jaraguá, em São Paulo. É uma luta que se arrasta há mais de duas décadas e envolve o descaso das autoridades municipal, estadual e federal. Um lago contaminado polui as águas do rio que corta as suas terras dos índios guarani. Se isso já não fosse o bastante, eles, e a maioria da população indígena brasileira, ainda se vêem ameaçados pela Proposta de Emenda Constitucional 215, que transfere a decisão da demarcação de terras para o Congresso Nacional.

E o que tudo isso tem a ver com a música? Ou, melhor questionando, o que a música pode fazer para ajudar? Veja o vídeo e entenda como:

http://www.youtube.com/watch?v=iq3kYr8cJkM

 

Xondaro MCs cantam rap, o rap tupi-guarani. A canção começa na língua materna dos índios, mas depois passa a ser cantada em português ou misturada entre os dois idiomas. Palavras ou expressões como “discriminar”, “gente inocente”, “governo”, “violência”, “dando tapa”, “coronhada” e “humilhando nossos irmãos” não faziam sentido algum na cultura indígena. Hoje, elas invadiram as aldeias da pior forma possível.

Segundo a antropóloga Bia Labate, xondaro “é uma arte marcial do povo Guarani em que eles buscam o equilíbrio físico e espiritual. É uma dança praticada em roda, coordenada por um mestre, e praticada pelos Guarani desde a primeira infância”. Os Xondaro MCs, que se apresentam em festivais indígenas ou de cultura periférica, incorporaram ao nome o espírito de guardião de sua aldeia. Cantam num ritmo que pouco ou nada tem a ver com suas origens. Mas quem sabe só assim eles passam a ser ouvidos?

Computador Watson é o 1º a entender a linguagem natural das pessoas

Acessível pela “nuvem” e dispositivos móveis, o computador Watson também responde de forma individualizada às perguntas dos usuários

Acessível pela “nuvem” e dispositivos móveis, o computador Watson é o primeiro que entende a linguagem natural das pessoas, responde de forma individualizada às perguntas dos usuários e procura evidências para dar com a melhor resposta. Tudo isso imitando o funcionamento da mente humana.

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