Português já é a quinta língua mais falada no Twitter, diz pesquisa
No Twitter, a língua portuguesa já é a quinta mais falada, segundo o relatório de uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela Semiocast, companhia especializada em mídias digitais. O idioma inglês ainda segue liderando a lista, seguido por Japonês, Espanhol e o Malaio. Os Estados Unidos também lideram em número de posts feitos na rede com aproximadamente 3,7 bilhões de Tweets.
Ao que tudo indica, o Twitter tem conseguido sucesso nos esforços para aumentar o número de usuários em todo o mundo. Mas não é bem o caso no Brasil. Apesar do resultado da pesquisa que aponta o português como o quinto idioma mais falado no microblog – em uma lista que conta com 61 línguas faladas ao redor do mundo – o Twitter vem perdendo cada vez mais adeptos no país, ficando atrás de outras redes já esquecidas como Orkut e Badoo, segundo o Experian Marketing Service.
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Um dado que ajuda a explicar a alta posição no ranking de idiomas mais utilizados é que existem outros países além do Brasil e Portugal que também falam português, somando, assim, pontos para o resultado geral do estudo. Em números, o inglês lidera a lista, com mais de 3,7 bilhões de tuítes; em seguida, vem a língua japonesa com 1,8 bilhões de postagens. Em terceiro lugar aparece o espanhol e em quarto o idioma malaio.
Outro número revelado é a quantidade de usuários ativos no Twitter em todo o mundo no primeiro semestre de 2013. Segundo a pesquisa, os EUA tinham cerca de 50 milhões de usuários, enquanto todos os outros países juntos representam 182 milhões de membros ativos. Outros dados estão no gráfico acima.
Fonte: Techtudo
Exposição de Milton Guran retrata 16 etnias indígenas, no Rio de Janeiro
O resultado de quase 20 anos de trabalho do antropólogo e fotógrafo Milton Guran pode ser visto até 19 de janeiro de 2014, no Centro Cultural Correios no Rio. A exposição Filhos da Terra apresenta 50 fotografias em preto e branco, que retratam 16 diferentes etnias indígenas, da Amazônia ao sul do país: Yanomami, Makuxi, Marubo, Matis, Kayapó, Kamayurá, Kuikuiro, Yawalapiti, Arara, Xavante, Guarani, Kaingang, Pankararu, Jaminawa, Machineri e Suyá.
Na mostra, os povos indígenas são apresentados como representantes de uma cultura rica, que faz parte do que é ser brasileiro, e não como seres exóticos. “No Brasil, se falam mais de duzentas línguas indígenas. Cada uma corresponde a uma cultura diferente, a uma forma especial de se viver neste planeta. Algumas delas estão representadas aqui, através de observações, mensagens, testemunhos”, destaca Milton Guran, que também assina a curadoria da exposição.
Antropólogo com doutorado na França, mestre em Comunicação Social pela Universidade de Brasília, Guran é atualmente professor da Universidade Federal Fluminense (UFF). Foi fotógrafo do Museu do Índio e, entre outras atividades, coordena o Foto Rio, bienal de fotografia, idealizada por ele e que promove exposições de fotografia em diversos espaços culturais do Rio de Janeiro.
A mostra Filhos da Terra fica aberta de terça-feira a domingo, das 12h às 19h, com entrada franca. O Centro Cultural Correios fica na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no centro do Rio de Janeiro.
Fonte: Agência Brasil
Mapa com as línguas faladas nos lares de Londres

Ouvir pessoas conversando em um idioma que não é o Inglês é quase tão comum na capital inglesa quanto ver um ônibus vermelho de Londres.Você pode pensar que percebeu a composição étnica das áreas de Londres graças a algumas frases pronunciadas em outras línguas, mas é sempre bom quando alguém desenha um mapa colorido para ajudá-lo a descobrir se você estava certo. A Analista Savills Neal Hudsonutilizou os resultados do censo de 2011 para criar este mapa pouco agradável, mostrando o segundo idioma falada por mais de 5% dos residentes (a língua mais popular, não tem que ser em Inglês).Confira quais línguas nas regiões de Londres cada casa fala no mapa.
Fonte: Now. here. this.
A diversidade linguística do Espírito Santo
Por: Edenize Ponzo Peres (Ufes)
No século XIX, milhares de imigrantes chegaram ao estado do Espírito Santo, vindos sobretudo da Europa, a qual passava por uma grave crise socioeconômica. Essa situação foi comum aos imigrantes que chegaram às demais localidades brasileiras, mas o Espírito Santo reunia características peculiares: nosso estado, no final daquele século, contava com apenas 190.000 habitantes, que se concentravam no litoral. As serras do interior do estado eram cobertas por densa mata virgem, povoada por animais selvagens.
Os europeus, para chegarem a seus lotes, tiveram que subir as serras a pé, fazendo picadas na mata. Por fim, depois de instalados, verificaram que suas terras não eram tão férteis como lhes havia sido prometido e também não receberam a assistência que esperavam receber
As particularidades da imigração no Espírito Santo, somadas às características geográficas do estado, propiciaram o isolamento da maioria das comunidades de imigrantes, ao passo que outras, instaladas às margens de importantes rodovias federais – a BR 101 e a BR 262 –, tiveram um contato mais estreito com brasileiros a partir da primeira metade do século XX.
Livro: jurisprudência Latino-Americana sobre os Direitos dos Povos Indígenas
Novo livro compila jurisprudência Latino-Americana sobre os direitos dos povos indígenas à posse da terra e de recursos, participação e consulta dos povos.
O texto sistematiza e analisa uma seleção de frases tribunais em nove países da América Latina. Decisões paradigmáticas e o reconhecimento no avanço dos direitos dos povos indígenas, muitos deles entregues em contextos políticos adversos.
A coleção é organizada por assunto e reproduz trechos de decisões judiciais de tribunais internacionais e os tribunais constitucionais e supremos tribunais em nove países da América Latina: Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Guatemala, Nicarágua, Panamá e Peru.

Bolivianos aprendem língua portuguesa em Guajará-Mirim, RO
Projeto foi intitulado como ‘Mãos que acolhem e ensinam’. Cerca de 20 acadêmicos de pedagogia da Unir participam do projeto.
Onze bolivianos que moram em Guajará-Mirim (RO), município que está localizado na fronteira com a Bolívia, estão aprendendo língua portuguesa na Escola Estadual Durvalina Estilbem de Oliveira, área central da cidade. As aulas fazem parte do projeto de extensão da Universidade Federal de Rondônia (Unir) “Mãos que acolhem e ensinam: afetividade para jovens e adultos imigrantes”.
As 60 horas de aula estão sendo ministradas três vezes por semana por duas professoras do Campus da Unir de Guajará-Mirim e também por 20 acadêmicos de pedagogia da Universidade. De acordo com a coordenadora do projeto, mestre em ciências da linguagem, Zuila Guimarães, o principal objetivo é acolher o imigrante, que na maioria das vezes fala o português, mas não escreve nem lê o idioma.
“A maioria dos nossos alunos é pai ou mãe de crianças e adolescentes que estudam o ensino fundamental nessa escola. Aqui eles são alfabetizados, mas também usamos a técnica de letramento para a prática social”, explica Zuila.
Segundo a coordenadora, os alunos bolivianos aprendem também assuntos relacionados a realidade deles, leis que podem ajudar no processo imigratório, direitos que tem no setor de saúde pública no Brasil e também a respeitar as leis brasileiras que muitas vezes são diferentes das bolivianas.
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