Mapa com as línguas faladas nos lares de Londres

Ouvir pessoas conversando em um idioma que não é o Inglês é quase tão comum na capital inglesa quanto ver um ônibus vermelho de Londres.Você pode pensar que percebeu a composição étnica das áreas de Londres graças a algumas frases pronunciadas em outras línguas, mas é sempre bom quando alguém desenha um mapa colorido para ajudá-lo a descobrir se você estava certo. A Analista Savills Neal Hudsonutilizou os resultados do censo de 2011 para criar este mapa pouco agradável, mostrando o segundo idioma falada por mais de 5% dos residentes (a língua mais popular, não tem que ser em Inglês).Confira quais línguas nas regiões de Londres cada casa fala no mapa.
Fonte: Now. here. this.
A diversidade linguística do Espírito Santo
Por: Edenize Ponzo Peres (Ufes)
No século XIX, milhares de imigrantes chegaram ao estado do Espírito Santo, vindos sobretudo da Europa, a qual passava por uma grave crise socioeconômica. Essa situação foi comum aos imigrantes que chegaram às demais localidades brasileiras, mas o Espírito Santo reunia características peculiares: nosso estado, no final daquele século, contava com apenas 190.000 habitantes, que se concentravam no litoral. As serras do interior do estado eram cobertas por densa mata virgem, povoada por animais selvagens.
Os europeus, para chegarem a seus lotes, tiveram que subir as serras a pé, fazendo picadas na mata. Por fim, depois de instalados, verificaram que suas terras não eram tão férteis como lhes havia sido prometido e também não receberam a assistência que esperavam receber
As particularidades da imigração no Espírito Santo, somadas às características geográficas do estado, propiciaram o isolamento da maioria das comunidades de imigrantes, ao passo que outras, instaladas às margens de importantes rodovias federais – a BR 101 e a BR 262 –, tiveram um contato mais estreito com brasileiros a partir da primeira metade do século XX.
Livro: jurisprudência Latino-Americana sobre os Direitos dos Povos Indígenas
Novo livro compila jurisprudência Latino-Americana sobre os direitos dos povos indígenas à posse da terra e de recursos, participação e consulta dos povos.
O texto sistematiza e analisa uma seleção de frases tribunais em nove países da América Latina. Decisões paradigmáticas e o reconhecimento no avanço dos direitos dos povos indígenas, muitos deles entregues em contextos políticos adversos.
A coleção é organizada por assunto e reproduz trechos de decisões judiciais de tribunais internacionais e os tribunais constitucionais e supremos tribunais em nove países da América Latina: Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Guatemala, Nicarágua, Panamá e Peru.

Bolivianos aprendem língua portuguesa em Guajará-Mirim, RO
Projeto foi intitulado como ‘Mãos que acolhem e ensinam’. Cerca de 20 acadêmicos de pedagogia da Unir participam do projeto.
Onze bolivianos que moram em Guajará-Mirim (RO), município que está localizado na fronteira com a Bolívia, estão aprendendo língua portuguesa na Escola Estadual Durvalina Estilbem de Oliveira, área central da cidade. As aulas fazem parte do projeto de extensão da Universidade Federal de Rondônia (Unir) “Mãos que acolhem e ensinam: afetividade para jovens e adultos imigrantes”.
As 60 horas de aula estão sendo ministradas três vezes por semana por duas professoras do Campus da Unir de Guajará-Mirim e também por 20 acadêmicos de pedagogia da Universidade. De acordo com a coordenadora do projeto, mestre em ciências da linguagem, Zuila Guimarães, o principal objetivo é acolher o imigrante, que na maioria das vezes fala o português, mas não escreve nem lê o idioma.
“A maioria dos nossos alunos é pai ou mãe de crianças e adolescentes que estudam o ensino fundamental nessa escola. Aqui eles são alfabetizados, mas também usamos a técnica de letramento para a prática social”, explica Zuila.
Segundo a coordenadora, os alunos bolivianos aprendem também assuntos relacionados a realidade deles, leis que podem ajudar no processo imigratório, direitos que tem no setor de saúde pública no Brasil e também a respeitar as leis brasileiras que muitas vezes são diferentes das bolivianas.
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Mozilla Firefox Em Guarani
Opção de navegador ajudará cerca de 40% da população que fala apenas o idioma local
A Universidade Nacional de Assunção (UNA), em parceria com a Secretaria de Políticas Linguísticas e o Mozilla Paraguai, criou um projeto inovador: o país vizinho terá o primeiro navegador de internet no idioma local, o Guarani.
O navegador foi batizado de Aguara Tata e tem como objetivo romper barreiras tecnológicas, já que cerca de 40% da população paraguaia se comunica somente através do idioma local.

A versão já está disponível. Para os interessados em obter acesso ao navegador, basta criar um perfil como usuário na página mozilla.locamotion.org e depois escolher o idioma desejado. Uma equipe da Faculdade Politécnica ficará encarregada pela revisão e correção das traduções.
Atualmente, o Paraguai possui duas línguas oficiais: o espanhol e o guarani, que foi herdado dos indígenas locais. Estima-se que quase 90% da população se comunique utilizando os dois idiomas, o que prova a importância do projeto da Universidade.
Fonte: Click Foz do Iguaçu
Um milhão de assinaturas de apoio à língua russa na Europa
Os ativistas da Aliança Russófona na Europa, que reúne a população falante da língua russa na União Europeia, estão convictos que a língua russa tem o direito legítimo de ser usada na União Europeia a nível oficial. Por sua iniciativa, nos países da UE irá ser realizada uma recolha de assinaturas de apoio à língua russa. Para a Comissão Europeia analisar essa questão é necessário recolher um milhão de assinaturas. A presidente da Aliança Tatiana Zhdanok, que é deputada do Parlamento Europeu pela Letônia, falou à Voz da Rússia sobre as perspectivas da língua russa na Europa.
O russo faz parte das cinco línguas mais faladas nos países da União Europeia tal como o inglês, o alemão, o francês e o espanhol. Cerca de sete milhões de europeus têm o russo como segunda língua estrangeira. Outros seis milhões de cidadãos da UE são falantes nativos da língua russa. A maior comunidade de língua russa, cerca de três milhões de pessoas, vive na Alemanha. Também se fala tradicionalmente o russo nas regiões orientais da Polônia e da Romênia. Na foz do rio Danúbio vivem, há já vários séculos, descendentes dos “velhos crentes” (ramo dissidente da Igreja Ortodoxa) que conservam a língua e a cultura russas. Mais de um milhão de cidadãos russófonos vive nos países bálticos.
Contudo, a língua russa não possui estatuto oficial nem em qualquer país da União Europeia, nem a nível comunitário, diz Tatiana Zhdanok:
“O caminho mais direto seria o pedido desse estatuto por parte de um dos países. Em primeiro lugar isso deveria caber à Letônia, cujos 40% da população são russófonos e onde o russo é uma língua tradicional. Mas na Letônia não existe esse estatuto. Outro caminho para o uso da língua russa no trabalho das instâncias europeias seria uma via de cima para baixo. Ou seja, através da tomada dessa decisão por parte das estruturas europeias, nomeadamente por iniciativa da Comissão Europeia. Para isso é necessário recolher um milhão de assinaturas.”


