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PRIMERA ESCUELA DE VERANO PELSE: Planificación y enseñanza de lenguas en el MERCOSUR

PRIMERA ESCUELA DE VERANO PELSE: Planificación y enseñanza de lenguas en el MERCOSUR

 1) Presentación

La educación en lenguas es una de las dimensiones que interesa particularmente en las dinámicas y tensiones en la construcción de la integración y de una ciudadanía latinoamericana que respete la heterogeneidad lingüística y cultural. La lengua es un portador privilegiado en tanto “modo” de construir y comprender el mundo, sus valores y sus modos vinculares. Por este motivo, fomentar el bilingüismo y el plurilingüismo regionales favorecerá la construcción de una identidad amplia compartida y de una ciudadanía democrática regional.

Si bien tanto Brasil (2005) como Argentina (2008) han sancionado sendas leyes para la implementación del español y del portugués en el nivel secundario, para cumplir con el proyecto integrador, los avances en la enseñanza de los idiomas en los sistemas educativos de éstos y otros países de la región que conforman el ND PELSE de AUGM (Chile, Paraguay y Uruguay) no son todavía suficientes pues no cubren la variedad de necesidades actuales por lenguas y destinatarios ni son visibles en una planificación lingüística regional. Las lenguas indígenas de la región y los requerimientos de sus hablantes deben estar contemplados en esta meta de diseño de una planificación lingüística regional. La dimensión educativa debería estar basada no solo en instituciones nacionales de calidad académica sino que sería fundamental para esa construcción que estas conformaran también un tejido común que permita “preservar visiones de conjunto” (Peña 2010).

La propuesta de esta Escuela de Verano tiene por objetivos fortalecer las acciones del ND PELSE (investigaciones compartidas, movilidad de especialistas, intercambio de asistentes de idioma, Coloquios PELSE) y de las universidades integrantes de este espacio así como contribuir a consolidar una red de formadores especialistas en las lenguas de la región como lenguas segundas, extranjeras y de contacto que promueva la integración regional y comprenda los contextos de uso y de enseñanza de las lenguas.

La propuesta tiene como antecedentes por un lado la amplia experiencia de las universidades participantes en investigaciones, programas de formación y reuniones de intercambio destinadas a enfatizar la atención sobre las necesidades educativas y lingüísticas de los hablantes de la región así como en la búsqueda de instancias de diálogo con los organismos nacionales e internacionales de la región encargados de las políticas lingüísticas.

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Brasil e Suíça se encontram em uma “Têra Novala”

Um livro “poliglota” editado por um ex-funcionário do Banco Central do Brasil procura manter viva a história e a linguagem de uma época.
 
A autora "Titi", Anne-Marie Yerli, autografa seu livro "poliglota". 
A autora “Titi”, Anne-Marie Yerli, autografa seu livro “poliglota”. 
 Têra Novala”, Terra Nova em dialeto da região de Gruyère, conta a aventura de emigrantes suíços ao Brasil em 1819, em várias línguas e dialetos. O livro é uma aula de história e de francês, alemão, português e dialetos da Suíça.
A obra é fruto de uma amizade sem fronteiras e o tema um assunto cada vez mais da atualidade, essa é a impressão que se tem ao folhear a obra da suíça Anne-Marie Yerly, traduzida por Alberto Wermelinger e Daniel Folly, que põe em cena o destino de 3 famílias suíças que partem ao Brasil, em 1819.
Apresentado em grande estilo com cantos do coral “Lè Tserdziniolè” e muitos discursos em vários idiomas e dialetos, o livro também faz uma homenagem ao folclore e às tradições de uma região: a Gruyère, terra do famoso queijo e de muitos ancestrais de brasileiros.
Vestido em trajes típicos da região, o brasileiro Alberto L. A. Wermelinger Monnerat, editor da obra, apresenta o resultado de sua paixão pela história da emigração suíça ao Brasil e da solidariedade de dois povos.
Na ocasião também foi apresentado o projeto “Rural Legal”, que pretende, com o benefício da venda do livro, dinamizar a economia de uma das regiões de Nova Friburgo mais afetadas pela tempestade do começo do ano, com propostas de capacitação do pessoal atingido na cadeia econômica do turismo.

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Os 10 idiomas mais raros do mundo

Quando se pensa em idioma, as pessoas pensam em Inglês, Alemão, Francês, Espanhol. As Nações Unidas afirmou que, em média, uma língua desaparece a cada duas semanas. Em todo o mundo, quase 6.000 ou mais línguas estão em perigo de extinção, pois a maioria das pessoas que são fluentes está morrendo. Abaixo seguem as dez línguas mais raras de todo o mundo:

10ª:Só existem 8 pessoas que falam Chamicuro, de acordo com estudo de 2008. A linguagem é mais falada no Peru. No entanto, aqueles que falavam a língua desenvolveram um dicionário com seus termos, como por exemplo: kawali (cavalo), polyo (frango), pato (pato), katujkana (macaco), ma’nali (cão), Mishi (gato) waka (vaca).

9ª:Dlimi é uma língua do Nepal geralmente falado em regiões próximas a rios Toque e Rava. Também é falado nas montanhas do Khotang Distrito, localizado no leste do Nepal.  Apenas 8 pessoas falam o idioma de acordo com o levantamento feito em 2007. Não há dicionário disponível para conservar a língua, porém há muitos livros escritos sobre a gramática e sintaxe do idioma.

8ª:Em 2008, apenas 6 nativos conhecem e usam a língua.  No entanto, diferentemente da maioria dos idiomas que estão desaparecendo, há um professor da Universidade de Adis Abeba, na Etiópia que estuda o idioma. Ele concluiu que a língua segue uma estrutura de sujeito, objeto e verbo.  Ongota é falado pelos afro-asiáticos na Etiópia, na margem oeste do Rio Weito em uma pequena aldeia

7ª:Liki é uma língua falada em ilhas ao largo da costa norte de Sarmi, kabupaten Jayapura e Kecamatan Sarmi, que são ilhas perto da Indonésia. Em 2007, um estudo mostrou que apenas 5 pessoas falam o idioma. Dizem que a origem do idioma pode ser: malaio-Polinésia, Centro-direita, Oriente malaio-Polinésia, região Oceânica, Oceânica-Ocidental, Norte de Nova Guiné, Sarmi Jayapura-Bay, e Sarmi.

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6ª:Nas Ilhas Salomão, a linguagem Tanema foi falada em lugares como Ilha Vanikolo, Província Temotu e em uma aldeia Emua. Hoje, a língua é falada apenas por 4 pessoas, de acordo com um estudo realizado em 2008. Quer aprender verbos em Tanema? Tente: wekini (para ligar), Laro (para nadar), la vamora (para trabalhar), e la Muñana (para deitar-se.)

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Bits para salvar línguas em perigo

Uma plataforma para encontrar e compartilhar informação sobre os idiomas que se extinguem. Um sistema informático que decifra a antiga língua ugarítica. Um tradutor automático para as línguas minoritárias. Estes são alguns dos sistemas desenvolvidos para preservar a diversidade idiomática.

Em uma corrida contra o relógio, já que a cada dia há menos pessoas que conheçam, falem e escrevam os idiomas em perigo de desaparecer, distintas iniciativas tecnológicas ajudam a reconstruir virtualmente a lendária Torre de Babel, na qual, segundo a Bíblia, se originaram os diferentes idiomas da Terra. O Google impulsiona o “Projeto de Línguas em Perigo de Extinção”, (www.endangeredlanguages.com) que dispõe de uma plataforma web na qual os usuários podem encontrar e compartilhar informação sobre 3.054 línguas do mundo em risco de desaparecimento.

Segundo informa o blog oficial da empresa, o projeto conta com o apoio da Aliança para a Diversidade Linguística e oferece aos que estão interessados em preservar as línguas um local onde guardar e acessar pesquisas sobre o tema, compartilhar sugestões e realizar colaborações. Uma equipe de colaboradores começou a fornecer conteúdos, que abrangem desde manuscritos do século XVIII a ferramentas modernas para ensinar idiomas, como vídeos e áudios, informa a revista digital espanhola “Tendencias 21”.

Para os diretores do projeto, Clara Rivera Rodríguez e Jason Rissman, “documentar as mais de três mil línguas que estão a ponto de desaparecer no mundo permitirá preservar a diversidade, honrar os conhecimentos de nossos ancestrais e enriquecer o futuro dos jovens”.http://1.bp.blogspot.com/_tqQaHeDaxGY/S9uRmkilj9I/AAAAAAAABAs/e6P2tF9K_-4/s320/teclado5.jpg

Segundo estes especialistas, “a tecnologia pode colaborar nestes esforços ao permitir que se encontrem gravações de alta qualidade dos últimos falantes de um idioma, ao conectar comunidades dispersas através dos meios sociais de comunicação e ao facilitar a aprendizagem de idiomas”. Para Clara e Rissman, “o desaparecimento de uma língua colabora para uma perda de valiosa informação cultural e científica que pode causar um dano comparável ao da extinção de uma espécie”.

Atualmente, “as línguas estão desaparecendo a uma velocidade sem precedentes e, quando isso ocorre, se perde uma visão única do mundo”, afirma o site do projeto. Segundo a equipe de “Línguas em Perigo”, “com cada língua que desaparece, perdemos uma enorme herança cultural: informação sobre o modo como os humanos se relacionam com o mundo, conhecimentos científicos, médicos e botânicos, e a forma de expressar o humor, o amor e a vida das comunidades”.

“Cerca de metade das sete mil línguas que existem no mundo correm risco de desaparecer durante os próximos cem anos. Mas hoje em dia temos a nosso alcance ferramentas e tecnologias que poderiam mudar as regras do jogo”, destacam os impulsores da iniciativa.

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México admite que 20% de dialetos das línguas indígenas tem alto risco de desaparecer

As variantes linguísticas tem menos de 100 falantes e não se transmitem de pais para filhos.

O diretor do Instituto Nacional das Línguas Indígenas do México, Javier López Sánchez, admitiu que 64 dos 364 dialetos dos idiomas autóctones do país americano estão em “alto risco” de desaparecer, segundo explica o jornal Informador.

Cada um destes dialetos, diz López Sánchez, tem menos de 100 falantes, que em muitos casos vivem dispersos em diversas comunidades e onde os pais não estão transmitindo  a língua aos filhos.

oto mangue(Dialetos indígenas falados no México em seu território)

Uma das regiões em que o processo é mais grave é a Baixa Califórnia, onde muitas línguas já desapareceram e outras estão em processo, com casos como o do kiliwa, com uma cinquentena de falantes no início do século XXI.

Segundo López Sánchez, no México há sete milhões de falantes de línguas autóctones. Um milhão destas pessoas são monolíngues no idioma indígena.

Fonte: Diário Liberdade .

O português e o mercado de línguas

Marcos Bagno

O Brasil ocupa hoje a 7a posição entre as maiores economias do mundo. Com seu território continental, é o 5o maior país e o 5o em população. Com nossos mais de 190 milhões de falantes, o português brasileiro é a 3a língua mais falada do Ocidente, atrás somente do espanhol e do inglês. No entanto, nossos governantes até hoje não despertaram para a relevância das línguas no atual mercado globalizado. O português brasileiro cresce de importância no mundo por pura inércia, arrastado pela projeção do país no cenário mundial. Embora tenhamos 85% dos falantes de português no mundo, não temos nenhuma política linguística sistematizada, planejada, para tornar nossa língua um bem de exportação capaz de fazer aumentar ainda mais o nosso PIB. Já Portugal, cinquenta vezes menos que o Brasil e com uma população inferior à da cidade de São Paulo, tem 17% de seu PIB constituído por produtos linguísticos. Na comparação, perdemos de longe para os portugueses, que são há muito tempo muito mais agressivos na promoção de sua língua no exterior. Na UNAM, a Universidade Autônoma Nacional do México, está o maior contingente de aprendizes de português no mundo e tudo levaria a crer que o português brasileiro seria o objeto de desejo dos mexicanos. No entanto, o Instituto Camões, órgão oficial da política linguística portuguesa, ocupa um andar inteiro no centro de línguas da UNAM, enquanto o português brasileiro não recebe nenhum apoio institucional oficial e são os professores brasileiros no exterior que são obrigados a se desdobrar para levar adiante a difusão da nossa língua.

O Brasil poderia muito bem ocupar, no tocante à língua portuguesa, o mesmo papel que ocupam os Estados Unidos no tocante ao inglês. Existe uma Commonwealth, comunidade internacional de países de língua inglesa, da qual os Estados Unidos não fazem parte. Apesar disso, o inglês que impera no mundo é o inglês americano, por razões mais do que óbvias, sem dar a mínima bola para a política linguística do Reino Unido, que também é forte. O Brasil, no entanto, assume uma postura colonizada, de subserviência às decisões linguísticas de Portugal. Por exemplo, os livros didáticos brasileiros continuam estampando até hoje uma norma-padrão abissalmente distante do verdadeiro português brasileiro urbano culto. A ridícula proibição de começar frase com pronome oblíquo só existe porque os portugueses não falam assim. Resultado: 192 milhões de pessoas são obrigadas a seguir uma regra que é natural, espontânea, intuitiva para meros 9 milhões e meio que vivem do outro lado do Atlântico. Ninguém precisa proibir os portugueses de começar frase com pronome oblíquo: a fonologia da língua deles não permite isso, ao contrário da nossa.

O futuro do português no mundo depende do Brasil, mas para isso é necessário empreender pelo menos duas ações bem planejadas e executadas: abandonar a ideia jurássica de que só os portugueses falam bem a língua e reconhecer a legitimidade das opções genuinamente brasileiras de uso da língua, que é tão nossa quanto dos portugueses e até mesmo, se levarmos em conta a população, muito mais nossa do que deles!

Fonte: Coluna de Marcos Bagno para a revista Caros Amigos.

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