México leva ao ar primeira novela no idioma maia
Acredita-se que existam aproximadamente seis milhões de pessoas no México e na América Central que falam a língua maia, o idioma associado a uma das principais civilizações da chamada Mesoamérica. Mas somente agora, pela primeira vez na história, eles poderão acompanhar uma novela nessa língua.
Baktún (o título da novela), significa em maia um ciclo, uma passagem de tempo que não se finda, apenas muda. Esse é um conceito chave da cultura maia: a história nunca termina, apenas se renova.
Universidade chinesa em Hangzhou abre licenciatura em português
Mais uma universidade chinesa, situada em Hangzhou, costa leste do país, terá uma licenciatura em português a partir de setembro, ilustrando o crescente interesse pela língua portuguesa, disse hoje à agência Lusa fonte acadêmica local.
Não contando com Macau e Hong Kong, passará a haver 18 universidades chinesas com licenciaturas em português, contra apenas duas no final da década de 1990. O português é ensinado em duas outras universidades, uma em Pequim, outra em Cantão, mas como língua de opção.
Belém e Manaus são cemitérios de línguas extintas na Amazônia
Paca, tatu, cotia sim. Esses e outros bichos desconhecidos na Europa foram encontrados no litoral brasileiro e na Amazônia pelos portugueses, que tomaram emprestado das línguas indígenas os nomes de animais, peixes, plantas, práticas culinárias, tecnologias tradicionais e formas de fazer as coisas.
Mas, por outro lado, os portugas trouxeram um mundo de coisas novas que não existiam aqui: enxada, machado de ferro, papel, catecismo, bíblia, pecado, cupidez, padre, soldado, pólvora, canhão e até animais como vaca, cavalo, cachorro, galinha. Com as coisas, trouxeram os nomes das coisas.
A língua portuguesa e as línguas indígenas, através de seus falantes, ficaram se esfregando e se roçando uma nas outras, num intenso troca-troca. Esse atrito, que a sociolinguística chama de línguas em contato, configurou o português regional e marcou os idiomas indígenas, um dos quais serviu de base para o Nheengatu, a língua que durante séculos organizou a comunicação entre todos.
Dicionário e gramática de línguas indígenas são lançados em RR
Nesta sexta-feira (23), a Editora da Universidade Federal de Roraima (UFRR) promove o lançamento do livro “Paradakary Urudunaa”, um dicionário de Wapichana-Português e Português-Wapichana, e da gramática Macuxi “Senuwapainîkon Maimukanta – Vamos estudar na nossa língua Makuusi Maimu”, no Instituto Insikiran, campus Paricarana, às 15h.
As obras são resultado do programa da UFRR para valorização das línguas e culturas Macuxi e Wapichana. Os recursos são do Ministério da Educação.
Franceses tentam salvar pureza da língua na internet
A ministra da Cultura da França, Aurelie Filippetti, foi obrigada a se retratar, no início de agosto, por cometer um erro ortográfico em um tuíte. Como, por conta do cargo que ocupa, ela é a “guardiã oficial da língua francesa”, o episódio foi visto como vergonhoso. É fato que a espontaneidade das mensagens no Twitter acaba levando a desatenções com a língua; a ministra, por sua vez, culpou um assessor desleixado. No entanto, para puristas linguísticos, o incidente tocou em questões mais amplas, como a deturpação da língua nas mídias sociais e a invasão da língua inglesa na cultura francesa.
Google+ começa a fazer tradução de postagens
Rede social traduzirá mensagens de línguas estrangeiras para a do usuário. Ferramenta será lançada gradualmente, diz empresa.
O Google+, rede social da empresa de buscas na internet, implantou nesta segunda-feira (19) uma ferramenta que faz traduções automáticas quando mensagens são postadas em línguas diferentes da escolhida pelo usuário.
Para fazer a conversão de uma língua estrangeira para a escolhida pelo internauta, basta clicar no botão “traduzir”, abaixo da mensagem.


