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Falantes anglófonos de Quebec se manifestam contra mudanças na legislação linguística

Ativistas pelos direitos da língua inglesa manifestam suas preocupações a cerca da nova legislação linguística, afirmando que fere seus direitos. O projeto de lei 14 pretende alterar a Carta da Língua Francesa (Lei 101 que assegura o direito de viver e trabalhar fazendo uso do idioma Francês), a fim de proteger e fortalecer o francês na província foi aprovado, gerando inquietação entre a população anglófona, que se diz sob ataque do governo da Primeira-ministra Canadense Pauline Marois do Parti Québécois (PQ). Sua preocupação é que as novas regras se destinam a encorajar a utilização do francês em pequenos negócios, assuntos municipais e educação de nível intermediário e superior.

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Dia da Língua Materna é comemorado hoje; conheça idiomas em risco

Refugiados aprendem inglês no Afeganistão: quase um terço das línguas do mundo tende a desaparecer

Em 21 de fevereiro, é celebrado o Dia Internacional da Língua Materna, proclamado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) para promover a diversidade linguística no mundo. A data lembra o trágico dia em que estudantes que protestavam pelo reconhecimento de sua língua – o bengalês – como um dos idiomas oficiais do então Paquistão, em 1952, foram mortos pela polícia em Daca, hoje capital de Bangladesh. O dia representa um esforço para promover a preservação e proteção de todas as línguas faladas pelos povos do planeta.

Neste ano, a Unesco e outras agências especializadas da Organização das Nações Unidas (ONU) participam de eventos que promovem o multilinguismo e a diversidade cultural. Essas instituições também encorajam as pessoas a manter o conhecimento de sua língua materna ao mesmo tempo em que aprendem e utilizam mais de um idioma. Organizações governamentais e ONGs devem aproveitar esta quinta-feira para anunciar políticas de apoio ao ensino e manutenção de diversas línguas.

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III Encuentro de Lenguas Indígenas Americanas (3º ELIA)

Simpósio “Lenguas Indígenas y Educación”
Coordenadora: Dra. Beatriz Gualdieri (Universidad Nacional de Luján)

O simpósio tem como objetivo reunior diversos agente em um espaço de interação e problematização sobre a inclusão das línguas indígenas em âmbitos pedagógicos.

O foco estará sobre propostas que se enquadram na chamada “educação intercultural bilíngue”, legitimada em diversos instrumentos normativos de ordem internacional, nacional e provincial, implementada em comunidade de povos originários; além de outras situações pedagógicas, espaços educativos urbanos (formais e informais), onde os sujeitos (crianças, jovens e adultos) convivem com línguas indígenas e/ou onde se viabilizam ações de ensino de línguas como parte de processos de fortalecimento de identidade e/ou difusão.

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Evento discute implementação de políticas para falantes de línguas de sinais

A Língua Brasileira de Sinais foi reconhecida como Língua Oficial do Estado Brasileiro em 2002 (Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002) e em 2005 tivemos o Decreto nº 5.626, visando a fortalecer a legislação vigente e a indicar ações para o desenvolvimento da LIBRAS no campo social e acadêmico. No rastro dessas ações jurídicas, emergem importantes iniciativas que visam a ampliar o uso de línguas de sinais em variados contexto. O turismo é o centro das atenções de uma palestra a ser realizada em Palhoça, Santa Catarina. Leia a notícia e participe do evento:

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Documentário “Eu Tenho a Palavra”

Uma viagem linguística em busca das origens africanas da cultura brasileira. O antigo reino do Congo foi a origem da maioria dos africanos escravizados no Brasil, que, no cativeiro, criaram diversos dialetos para que pudessem se comunicar livremente. A “língua do negro da Costa” é um desses dialetos, ainda preservado na comunidade remanescente de quilombo de Tabatinga (Bom Despacho, MG). O idioma é composto por um português rural do Brasil-Colônia e línguas do grupo Banto, com predomínio do quimbundo e mbundo, faladas até hoje em Angola. Dois personagens – um falante da “língua do negro da Costa” e outro falante de quimbundo e mbundo – são os guias nessa viagem transoceânica de reconhecimento.

http://player.vimeo.com/video/32920127

A tecnologia digital ao serviço do ensino das línguas

Abrindo as portas no Parque de Exposições, situado a Sul de Paris, mais uma edição da Expolangues. Com o tema “O digital ao serviço das Línguas”, o certame não tem como convidado um País, mas sim uma quase – abstração : a tecnologia digital, e a evolução das TICs (técnicas de informação e comunicação). A RFI ouviu a Professora Adelaide Cristóvão, Coordenadora do ensino do Português na França, que evocou este fenômeno e analisou aa situação do ensino do português na França.

A tecnologia digital ao serviço do ensino das  línguas

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