Colóquio de Letramento e Linguagem reúne exposição de pesquisas na Faced (UFJF)
“Letramentos múltiplos: desafios da formação de professores e do aluno da educação básica” é o tema principal do II Colóquio de Letramento, Linguagem e Ensino, organizado pelo Grupo de Pesquisa Fale, em parceria com a Faculdade de Educação (Faced) da UFJF. O colóquio será realizado de 20 a 22 deste mês, na própria Faced. A coordenadora do grupo de pesquisa e do evento, Tânia Magalhães, informa que os participantes farão reflexões à respeito do ensino da língua nas escolas. “A expectativa é de que as discussões e propostas para sala de aula não fiquem só na teoria, mas que sejam apresentadas questões práticas também”.
Professora desenvolve livro para a alfabetização de alunos com surdez
O material alfabetiza com linguagem de sinais e português escrito. Segundo intérprete de libras, metodologia facilita o aprendizado.
A professora Adeilsa Nevesde desenvolveu um livro para alunos com deficiência auditiva, em Iúna, na região Sul do Espírito Santo. O livro alfabetiza por meio da linguagem de sinais e português escrito. Segundo a docente, não havia nenhum material didático adequado para os alunos e, por isso, usou a experiência adquirida em sala de aula para escrever o livro.
Altitude influencia a forma de falar, diz estudo
Pesquisador descobriu que povos de regiões de ar rarefeito tendem a pronunciar sons que exigem menos da capacidade pulmonar
A formação de um idioma não resulta só da cultura de um povo; a geografia também é importante. Pela primeira vez, um estudo mostra que idiomas de povos de locais de alta altitude usam fonemas que exigem menos dos pulmões, por causa do ar rarefeito. São as chamadas línguas com consoantes ejetivas, pronunciadas sem a necessidade de usar o ar dos pulmões, apenas comprimir o ar pela boca e ‘ejetar’ o ar como uma rajada.
Microsoft lança aplicativo Bing Translator para smartphones de 40 línguas
A Microsoft lançou o aplicativo Bing Translator para smartphones que rodam o sistema Windows Phone, e para PCs e tablets que operem com o Windows 8. Conectado com a internet, o app faz traduções em 40 línguas.
As palavras ou as expressões a serem convertidas podem ser escritas, faladas ou mostradas com o auxílio da câmera, sem a necessidade de tirar foto ou filmar. Também não é preciso estar conectado à rede para utilizar o sistema, pois a empresa vai disponibilizar os pacotes de idiomas para download.
O índio da mídia
A manchete do Estadão (23/11/68) usou o verbo trucidar e as palavras chacina e ferocidade quando noticiou que nove corpos de membros da Expedição Calleri foram localizados, em 1968, no território dos Waimiri-Atroari. Embora ninguém soubesse ainda o que havia efetivamente ocorrido, o repórter, antes mesmo de se deslocar até a área, se apressou em afirmar que os índios eram os autores da carnificina. Para isso, exibiu antecedentes históricos sem mencionar qualquer referência documental:
“Calcula-se que mais de 1500 brancos foram massacrados pelos Waimiri-Atroari de umas décadas para cá”.
Mais de 5.000 alunos aprendem português nas escolas de Macau
Mais de 5.000 alunos de Macau estão atualmente a aprender português como disciplina regular ou extracurricular nas escolas locais, de acordo com dados facultados pelos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ) à agência Lusa.
No corrente ano letivo, um total de 2.144 alunos, distribuídos por nove escolas oficiais de Macau têm o português integrado no currículo. Outros 1.641 alunos frequentam cursos de língua portuguesa como disciplina regular ou complementar em 16 escolas particulares, cujo ensino é veiculado em língua chinesa ou inglesa, enquanto 520 alunos frequentam duas escolas particulares de língua veicular portuguesa, a Escola Portuguesa de Macau e o Jardim de Infância D. José da Costa Nunes.


