Línguas Indígenas

Ministerio de Cultura convoca al Primer Encuentro Nacional de Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas del Perú

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Ministerio de Cultura convoca al Primer Encuentro Nacional de Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas del Perú

Evento se llevará a cabo en Lima del 20 al 22 de febrero de 2015.

El Ministerio de Cultura convoca al Primer Encuentro Nacional de Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas del Perú, a realizarse del 20 al 22 de febrero de 2015 en la ciudad de Lima.

El objetivo del Encuentro es evaluar de manera participativa los cursos de formación y el funcionamiento del registro de intérpretes traductores de lenguas indígenas, y fortalecer sus capacidades para mejorar el ejercicio de su rol en el marco de la ley 29735, Ley de Lenguas y la implementación de servicios y programas sociales con pertinencia lingüística.

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Indígenas discutem impactos de grandes obras na Amazônia no Fórum Social Mundial da Biodiversidade 2015

Forummanaus2015Indígenas discutem impactos de grandes obras na Amazônia no Fórum Social Mundial da Biodiversidade 2015

Acesse aqui a página do Fórum no Facebook.

As ameaças aos direitos dos povos indígenas e os megaempreendimentos econômicos na Amazônia” é o tema do debate que acontecerá nesta quinta-feira (29), no Parque do Mindu, das nove às 12 horas, promovido pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e outras organizações indígenas da Amazônia. O evento faz parte das atividades do Fórum Social Mundial da Biodiversidade 2015, que acontece de 26 a 30 de janeiro em Manaus (AM).

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A diversidade linguística como patrimônio cultural

Foto: Marcello Casal Jr_ABr

Foto: Marcello Casal Jr_ABr

A diversidade linguística como patrimônio cultural

Ministério da Cultura inicia, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, política de reconhecimento das diferentes línguas e dialetos falados no Brasil através de processos de inventários, apoio a pesquisas, divulgação e promoção

Marcus Vinícius Carvalho Garcia

A diversidade linguística encontra-se ameaçada. Estima-se que entre um terço e metade das línguas ainda faladas no mundo estarão extintas até o ano de 2050. As consequências da extinção das línguas são diversas e irreparáveis, tanto para as comunidades locais de falantes, quanto para a humanidade. Essa percepção se encontra na Declaração Universal dos Direitos Linguísticos, elaborada na cidade de Barcelona, Espanha, em 1996, sob os auspícios da Organização das Nações Unidas Para Educação e Cultura (Unesco) e com a participação de representantes de comunidades linguísticas de diversas regiões do planeta. Segundo este documento, a situação de cada língua é o resultado da confluência e da interação de múltiplos fatores político-jurídicos, ideológicos e históricos, demográficos e territoriais; econômicos e sociais. Salienta que, nesse sentido, existe uma tendência unificadora por parte da maioria dos Estados em reduzir a diversidade e, assim, favorecer atitudes adversas à pluralidade cultural e ao pluralismo linguístico.

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Instalação sonora entra em cartaz e revisita línguas indígenas da América Latina

Diversas tribos foram visitadas para compor instalação sonora (Divulgação).

Diversas tribos foram visitadas para compor instalação sonora (Divulgação).

Instalação sonora entra em cartaz e revisita línguas indígenas extintas da América Latina

Mostra “Papagaio de Humboldt” inicia no dia 2 de fevereiro no Oi Futuro Flamengo, no Rio de Janeiro. Conforme diretor da exposição, vozes indígenas foram coletadas em cerca de 14 países

Ver também página sobre a Mostra no site  do Instituto Goethe.

Assim como preservar a biodiversidade de uma nação, conservar a sua diversidade linguística é de suma importância no Brasil, País onde 85% das línguas que eram faladas em meados de 1500 estão praticamente extintas hoje. Para exibir e resguardar esse patrimônio, a instalação sonora inédita “Papagaio de Humboldt” entrará em cartaz a partir do dia 2 de fevereiro nos três andares do Oi Futuro Flamengo, localizado no Rio de Janeiro. “A exposição surge para abordar e revisitar línguas em extinção não só no Brasil, mas na América Latina”, coloca o curador da mostra, o linguista alemão Alfons Hug.

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Nomes em guarani ainda são rejeitados no Paraguai

paraguaiParaguai, uma nação bilíngue que rejeita os nomes em guarani

Apesar de 90% da população paraguaia se comunicar em guarani, o idioma ainda desperta receios em âmbitos como o da administração pública, onde o registro de nomes de pessoas nesta língua pré-colombiana causa desde o assombro até a aberta rejeição.

O nome de Lautaro Ñamandú, com o qual um casal quis registrar seu filho recém-nascido em Assunção, provocou uma reação irada por parte de uma funcionária do cartório civil, que se negou a registrar a criança alegando que “odiaria seus pais” pelos nomes escolhidos.

“A funcionária se tornou muito violenta, nos maltratou, e se negou a registrar nosso filho. Nos disse que este não era um nome para uma pessoa, e nos perguntou que tipo de pais íamos ser”, relatou a Efe Rubén Cáceres, pai da criança.

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Rádio Tupinambá: cultura indígena nas ondas do ar

tupinambaRádio Tupinambá: cultura indígena nas ondas do ar

Entre os dias 19 e 25 de janeiro acontecem as oficinas de formação do projeto Rádio Tupinambá, na Aldeia Tupinambá de Olivença, região Sul da Bahia. Com apoio da Assessoria de Culturas Digitais da Secretaria de Cultura da Bahia, o projeto vai realizar produção de conteúdos radiofônicos informativos, educativos, culturais e de entretenimento que serão transmitidos pelas ondas de rádio no território indígena.

Acesse aqui a página da Rádio Tupinambá no Facebook.

A programação começa com a exibição do filme Uma onda no ar e segue com a montagem dos equipamentos da rádio. Durante toda a semana serão realizadas oficinas de formação de rádiocomunicadores indígenas, responsáveis pela operação da rádio e pela produção, gravação e edição de programas. A expectativa na aldeia Tupinambá de Olivença é de que, com a instalação da rádio, o fluxo de comunicação entre os parentes ganhe nova dinâmica, facilitada pela tecnologia, mas com a voz e o jeito dos Tupinambás, respeitando e valorizando a cultura, os saberes e as tradições indígenas.

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