Diversidade Linguística e Cultural

ABRALIN ao vivo – Línguas como forma de resistência

Assista em:

https://aovivo.abralin.org/lives/linguas-como-forma-de-resistencia/

24º Encontro Nacional dos Difusores do Talian

O 24º Encontro Nacional dos Difusores do Talian, na edição de 2020 realizado de forma virtual, traz assuntos de interesse além da Cultura e da Língua Talian. O conhecimento de Direitos Culturais e Direitos Autorais são de interesse de todas as áreas de cultura. O conhecimento sobre Arquitetura da Imigração Italiana interessa a diversas áreas da cultura, educação, história, turismo e outras sejam políticas federais, estaduais ou municipais.
Fique atento: a diversidade linguística – devagarinho – está crescendo e irá chegar aos municípios, uns antes, outros depois, mas irá chegar.
Aproveite a oportunidade de conhecer e se atualizar sobre questões tão importantes podendo participar estando na sua casa já que a Live terá a duração das 14h às 17h do dia 07/11/2020.  Sem despesas e sem precisar viajar.

Participe! Divulgue! Gràssie!

Link para a inscrição http://bit.ly/Talian2020

Série LÍNGUAS & POLÍTICAS: Episódio 3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assista no Canal IPOL Vídeos ( Youtube):

La OEI lanza convocatoria para la publicación y divulgación de artículos científicos en español y portugués

La Organización de Estados Iberoamericanos (OEI), en el marco de su Programa Iberoamericano de Difusión de Lengua Portuguesa, (PIDLP)presenta la Convocatoria para la publicación y divulgación de artículos científicos sobre educación, ciencia y cultura en lenguas española y portuguesa publicados en otras lenguas distintas del español y portugués por investigadores iberoamericanos.

La propuesta responde a la necesidad de apreciación y valoración de la investigación producida en lenguas española y portuguesa en el espacio iberoamericano y busca contribuir a reforzar su presencia, a promover su visibilidad y resaltar la importancia de la diversidad lingüística y cultural en el ámbito científico a través de la cooperación internacional. Asimismo, esta iniciativa busca constituir un banco de artículos científicos elaborados por investigadores de la región y publicados en revistas científicas en otras lenguas diferentes del español y portugués, con la finalidad de difundir conocimiento producido en estas dos lenguas en el ámbito internacional.

La convocatoria se enmarca en el modelo convergente de bilingüismo del español y portugués en convivencia con otras lenguas que promueve la OEI a escala internacional, al tiempo que anima al desarrollo de acciones que permitan apoyar la difusión de trabajos e investigaciones de personas provenientes de Iberoamérica en lengua española y portuguesa.

Podrán optar a esta iniciativa autores en forma individual o conjunta, personal docente e investigador de cualquier categoría en universidades de los países Iberoamericanos miembros de la OEI: Andorra, Argentina, Bolivia, Brasil, Colombia, Costa Rica, Cuba, Chile, Ecuador, El Salvador, España, Guatemala, Guinea Ecuatorial, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú, Portugal, República Dominicana, Uruguay y Venezuela.

Los artículos podrán tratar de los siguientes temas:

  • Cooperación, geoestrategias, geopolíticas en lenguas española y portuguesa y multilingüismo
  • Competencias digitales y comunicativas en el marco de la Agenda 2030
  • Movimientos migratorios, lenguas y cultura desde la dimensión intercultural
  • Educación y productividad: situación en Iberoamérica y perspectivas de futuro
  • Acceso Abierto y repositorios científicos
  • Impactos y proyecciones sobre el Covid-19 en la educación, la ciencia y la cultura

El plazo de presentación de las propuestas para traducción, publicación y difusión permanecerá abierto de forma permanente.

Accede a la convocatoria y los detalles de participación en este enlace.

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Eurodeputados analisam Pacote para a Salvaguarda das Minorias

Dezenas de milhões de pessoas vivem em comunidades consideradas minorias étnicas nativas da União Europeia, mas nem todos conseguem ver respeitados os seus direitos em termos de proteção da língua e das práticas culturais.

O eurodeputado de centro-direita Lóránt Vincze é membro da comunidade húngara na Roménia, onde manter a identidade cultural é uma luta constante. “A União Europeia deve dar atenção aos padrões de educação para as minorias, deve encorajar o uso das suas línguas maternas mesmo vivendo noutros países”, disse em entrevista à euronews.

“O multilinguismo não significa apenas o uso das línguas oficiais, mas também a existência de muitas pequenas línguas regionais que estão hoje em risco de desaparecerem”, acrescentou.

Mais de um milhão de assinaturas vai obrigar a debater o caso

Uma petição denominada Pacote para a Salvaguarda das Minorias reuniu mais de um milhão de assinaturas em vários Estados-membros no âmbito da Iniciativa de Cidadania Europeia.

Esta ferramenta legislativa obriga a Comissão Europeia a analisar um tema quando as assinaturas foram obtidas no conjunto de pelo menos sete Estados-membros. Os peticionários também vão ser ouvidos, quinta-feira, pelo Parlamento Europeu.

Angelika Mlinar, ex-eurodeputada da minoria eslovena que vive no sul da Áustria, lamenta que a sua língua esteja tão confinada nesse país, apesar dos eslovenos serem cerca de 25% da população da Caríintia.

Agora ativista pela diversidade cultural, Angelika Mlinar tem-se batido para que sejam abolidas limitações geográficas nos conteúdos audiovisuais digitais.

“Quando passo a fronteira, não tenho acesso a programas no meu próprio idioma, na minha língua materna. O impacto é muito grande porque não se trata de um questão de entretenimento mas de manter o vínculo com a minha língua materna”, explicou em entrevista à euronews.

Exemplos polémicos e caos bem sucedidos

A questão pode ser delicada quando as minorias têm programas políticos de independência como é o caso da Catalunha, em Espanha.

Contudo, os organizadores do Pacote para a Salvaguarda das Minorias defendem uma abordagem de cooperação e dão como exemplo a região do Tirol do Sul, em Itália, onde a minoria austríaca usa o alemão sem quaisquer restrições e se fala ainda italiano e ladino.

“Nos últimos 70 anos foi possível desenvolver esta política. As minorias têm as suas próprias escolas. Costumo dizer que é uma pequena Europa dentro da Europa, com todos a viverem juntos de maneira pacífica”, referiu Daniel Alfreider, representante do Partido Popular do Tirol do Sul.

Roménia e Espanha são dos Estados-membros mais céticos sobre a intervenção da lei comunitária nesta matéria pelo que conseguir consenso para nova legislação poderá ser difícil.

De  Isabel Marques da Silva  & Sandor Sziros

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