Biblioteca infantil reúne livros infantojuvenis em diversas línguas

São Paulo vai ganhar uma biblioteca infantojuvenil diferente. Nela, as prateleiras serão ocupadas por livros em diversas línguas: inglês, francês, japonês, alemão, italiano, espanhol, além de braile e português, entre outros idiomas.

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O bilinguísmo como direito na educação escolar para surdos

por João Carlos Gomes, Roseane Ribas de Souza

O presente trabalho traz uma reflexão da educação inclusiva e do bilinguismo como Políticas Públicas de acesso da comunidade surda na educação escolar. O estudo apresenta como problemática os preconceitos linguísticos da língua de sinais (Libras) e reflete o uso da língua portuguesa nos processos de ensino-aprendizagem da comunidade surda. Os resultados mostram que na maioria das escolas não tem intérprete de Libras, causando uma total exclusão do surdo ao invés de inclusão. No contexto escolar brasileiro, grande parte dos alunos surdos, incluídos na escola regular, não consegue aprender devido à falta de metodologia adequada nos processos de ensino-aprendizagem da comunidade surda. O estudo mostra o bilinguismo como uma conquista da comunidade surda na busca por uma educação autônoma, diferenciada e bilíngue; e o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais como língua materna na constituição da identidade cultural da comunidade surda. O estudo revela o olhar do multiculturalismo dos pesquisadores envolvidos numa produção literária crítica sobre a educação escolar inclusiva e a sua relação com os processos de ensino-aprendizagem da comunidade surda.

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Políticas para as Línguas Minorizadas na França

Diante da dificuldade de mudar a Constituição, o governo cria um comitê consultivo para impulsionar o plurilinguismo. O Partido Occitano acredita que as medidas da Carta Europeia das Línguas poderiam ser aplicadas por via legislativa sem ter que se ratificar. É reaberta a porta para a introdução das línguas minorizadas à nova lei educativa da França.

Continua o tira-puxa político ao redor do alcance do reconhecimento que têm de ter as línguas minorizadas na França. O Partido Occitano (POC) anunciou que hoje mesmo o ministério de Cultura francês criará o Comité Consultivo para a Promoção das Línguas Regionais e a Pluralidade Linguística Interna.

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Pela memória política, contra o apagamento da história

O documentário “1964 – Um Golpe contra o Brasil” de Alipio Freire tomou lugar no último dia 2 de março, no Memorial da Resistência de São Paulo, às 14 horas. O filme é uma realização do Núcleo de Preservação da Memória Política e da TVT (TV dos Trabalhadores), apoiados pelo Memorial da Resistência de São Paulo e da Secretaria de Cultura. Esta obra é mais um marco da necessidade da preservação histórica contra o apagamento da memória brasileira do fatídico episódio da ditadura militar e todas as suas implicações.

Também vale a pena conferir a entrevista de Alipio Freire para a Revista Caros Amigos.

17.000 assinaturas pelo português na Galiza

A Comissão Promotora da Iniciativa Legislativa Popular “Paz-Andrade” para promover a língua portuguesa e os vínculos com a Lusofonia entrega no Parlamento 17.000 assinaturas para que a Proposta de Lei continue a sua tramitação

Santiago de Compostela, 8 de março de 2013. Na tarde de hoje, seis meses depois de ser apresentada ante o Parlamento da Galiza, a Comissão Promotora da Proposta de Lei por Iniciativa Legislativa Popular que leva o sobrenome do homenageado do Dia das Letras Galegas do passado ano, Valentim Paz-Andrade, formaliza a entrega das 17.000 assinaturas que asseguram a continuação da sua tramitação parlamentar. A iniciativa procura uma série de medidas que facilitem o acesso dos galegos ao universo de língua portuguesa e um maior relacionamento com a Lusofonia.

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O ensino de línguas nacionais na Angola e sua expansão

De acordo com a definição da UNESCO, língua oficial é aquela utilizada no quadro das diversas atividades oficiais: legislativas, executivas e judiciais de um estado soberano ou território. É a língua consagrada na lei (através da constituição ou de lei ordinária), ou apenas pela via do costume, de um país, estado ou outro território como a língua adotada nesse país, estado ou território.

A(s) língua(s) oficial(is), cuja escolha depende de razões políticas, deve ser aquela empregada em todo e qualquer ato oficial referente ao poder público, seja de direito externo (tratados e convenções internacionais), seja de direito interno (constituição, leis ordinárias, atos políticos, sentenças judiciais, atos administrativos, discursos oficiais, etc.). A língua oficial será, em princípio, a língua falada pela população de cada estado ou território e consequentemente, será a língua ensinada nas escolas.

Na Angola, que tem a Língua Portuguesa como oficial, a questão idiomática é motivo de reflexão visto a ampliação do ensino da língua nacional “Umbundu”.

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