Ministro afirma desejo de Angola aprofundar reflexão sobre acordo ortográfico
Para o ministro da Educação, Pinda Simão, os aspectos de interesse de Angola relativamente ao acordo ortográfico prendem-se com a diversidade de línguas no país, que refletem uma componente cultural importante que deve ser salvaguardada.
Luanda – O ministro angolano da Educação, Pinda Simão, afirmou esta sexta-feira, em Luanda, que Angola não está contra o Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa de 1990, mas quer aprofundar a sua reflexão para facilitar a sua implementação e salvaguardar aspectos de interesse do País.
A valorização das línguas Bantu em Moçambique
A linguista moçambicana Perpétua Gonçalves contou à DW África as dinâmicas vividas do Português em Moçambique e dos atropelos às línguas Bantu, línguas locais do país que através dos tempos têm sido mais valorizadas.
É uma relação viva, “com quase sangue e lágrimas” a que tem sido vivida entre as línguas faladas em Moçambique, desde a sua independência. Durante a época colonial, o português era a língua de escolarização e as línguas locais de Moçambique – as 20 línguas Bantu – foram proibidas de serem estudadas, por representarem uma ameaça à coesão nacional. Alguns anos após a independência do país, aparece pela primeira vez uma referência explícita à grande importância das culturas Bantu para a comunidade moçambicana na Constituição Nacional.
Polinésia pede à França o reconhecimento oficial das línguas das ilhas na Assembleia e no Governo
A Assembleia das ilhas do Pacífico pede uma emenda à Constituição francesa. A petição chega depois que o Conselho de Estado francês declarasse ilegais duas leis polinésias porque a sessão parlamentar tinha decorrido em taitiano
A Assembleia da Polinésia Francesa pediu a Paris que emende a Constituição francesa contanto que possa ser oficializado o uso de várias línguas polinésicas na sede do governo e do parlamento das ilhas. Sexta-feira, a Assembleia aprovou uma resolução com 46 votos favoráveis e 11 abstenções.
Participantes no conselho consultivo do Mincult recomendam criação de fundo de fomento das artes
Luanda – A criação de um fundo para o fomento das artes, acelerar a regularização e implementação da Lei do Mecenato, bem como a criação de ações e programas de âmbito cultural e artístico para a educação artística da comunidade e a formação de públicos mais exigentes constam entre as recomendações feitas pelos participantes no III Conselho Consultivo do Ministério da Cultura (Mincult) decorrido entre 8 a 10 deste mês na província de Benguela.Responsável defende aprovação do estatuto das línguas nacionais
Carta Pública dos Povos Indígenas do Brasil à presidenta da República Dilma Rousseff
Em reunião realizada com a presidente da República na tarde de hoje, 10, lideranças e organizações indígenas da APIB e distintos povos do Brasil reivindicam do governo, a construção de uma agenda positiva, com compromissos e metas concretas para atender as demandas dos povos indígenas.
A seguir, íntegra da carta entregue à presidente da República.


