União Africana Em 50 anos, África terá língua única e TGV

A presidente da Comissão da União Africana (UA), Nkosazana Dlamini Zuma, apresentou hoje na cimeira da organização a sua visão de África daqui a 50 anos: com uma língua única, peso diplomático, exploração espacial e TGV.

Em 2063, as línguas dos antigos colonizadores desapareceram e foram substituídas pelo swahili (língua comum a vários países da África Oriental), enquanto as grandes cidades de África estão ligadas por um comboio de grande velocidade (TGV), o que permite visitar o continente num mês, descreveu Zuma.

Escrita como uma mensagem a um hipotético amigo em 2063, a visão da presidente do órgão executivo da UA foi exposta na 22.ª Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo do bloco pan-africano, que começou hoje em Adis Abeba.

Em 50 anos, África terá língua única e TGV

“Conflitos, fome e má nutrição, doenças e pobreza” foram erradicados em 2063 e a Confederação de Estados Africanos, criada há 12 anos, é membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, adiantou. Leia Mais

Grupo de trabalho vai discutir universidade indígena

Grupo de trabalho começa a discutir em março a criação de uma instituição de educação superior intercultural indígena. O grupo é formado por seis representantes indígenas, seis de instituições e quatro do Ministério da Educação (MEC). Segundo o MEC, a tarefa da equipe será gerar o melhor desenho de como trabalhar os saberes indígenas. A portaria que institui o grupo de trabalho foi publicada nesta segunda-feira (27) no Diário Oficial da União.

A secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, Macaé Evaristo, vai coordenar o grupo de trabalho. De acordo com o MEC, a tarefa do grupo será não simplesmente levar o índio para uma universidade, mas pensar em como construir, no país, dentro das universidades públicas, uma rede que dê conta de tratar das questões indígenas nas diferentes áreas.

Deverão ser levados em consideração as diferenças étnicas dos povos, o acúmulo de conhecimentos e as distâncias territoriais. O Censo de 2010 mostra que quase 0,5% da população brasileira é indígena. São 896,9 mil indíviduos de 305 etnias. Eles são responsáveis por 274 idiomas falados em território nacional.

A reunião de março vai definir a agenda e um calendário de atividades do grupo de trabalho. Ao longo das discussões, haverá encontros com pesquisadores da temática indígena e com líderes dos povos e será avaliada a possibilidade da realização de um seminário internacional sobre o tema. Deverão ser convidados representantes de países como a Bolívia, que tem cinco universidades de povos indígenas e 22 cursos; da Nicarágua, que tem duas universidades e dez cursos; do México, que conta com oito universidades e 49 cursos, e dos Estados Unidos, onde há duas universidades.

Fonte: Imirante.com

Oficina intensiva sobre métodos para a documentação digital de línguas indígenas

Oficina intensiva sobre métodos para a documentação digital de línguas indígenas

Quando: 19 a 24 de maio de 2014

Onde: Belém, Pará – prédio do Conselho Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB-NOrte-2)

Coordenador: Denny Moore, Museu Goeldi – MCTI

A oficina será ministrada na semana antes do Congresso Internacional Amazônicas V (http://www2.museu-goeldi.br/amazonicas/index.php/br/), que ocorrerá na semana de 26 a 30 de maio, em Belém, e será conveniente para estudantes que tencionam participar no congresso. 

Conteúdo: O trabalho será bastante intensivo, com aulas e projetos práticos pela manhã, à tarde e também à noite. A língua de ensino será o português, com alguma tradução ao espanhol. Equipamento de gravação digital estará disponível para o aprendizado prático e para o uso em projetos dos estudantes. Leia Mais

Os pomeranos no programa Raízes da TV Gazeta (ES)

Da época em que chegaram ao modo de vida de hoje,  os pomeranos no Espírito Santo colorem e enriquecem o cenário brasileiro com suas práticas culturais e língua própria. Confira a reportagem!

http://www.youtube.com/watch?v=lD33-R1ibYo&feature=share

MEC lança edital para selecionar obras sobre temática indígena

As obras serão destinadas às escolas públicas federais e municipais

O Ministério da Educação lançou nesta segunda-feira (27) editalpara seleção e aquisição de obras de literatura sobre a temática indígena para estudantes e professores da educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental e magistério. As obras serão destinadas às escolas públicas federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal.

O edital, publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União, convoca editores para o processo de inscrição e seleção de obras literárias sobre a temática indígena que, divulguem e valorizem a diversidade sociocultural dos povos indígenas brasileiros, além da contribuição deles no processo histórico de formação da sociedade.

Serão aceitas para participar do processo de aquisição obras de literatura de autores indígenas e não indígenas que estimulem a ruptura de estereótipos sobre as histórias, culturas e identidades, em uma abordagem positiva de pluralidade cultural indígena e da afirmação de direitos culturais diferenciados dos povos indígenas.

O cadastramento de editores e pré-inscrição das obras pode ser feito até as 18h do dia 19 de abril. A inscrição/entrega das obras e da documentação vai de 6 a 8 de maio das 8h30 às 16h30. A íntegra do edital está na página do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). As obras são para o Programa Nacional Biblioteca da Escola-PNBE Indígena 2015.

Fonte: O Globo.

Coursera tem cursos gratuitos em português de universidades estrangeiras

Graças aos esforços de mais de 100 voluntários ligados à Fundação Lemann, a plataforma Coursera passou a oferecer nesta segunda-feira seus primeiros cursos traduzidos totalmente para o português. São eles: Introdução ao Pensamento Matemático e Fundamentos de Estratégia para Negócios. E muito mais deverá vir por aí.

Para quem não conhece, o Coursera é uma dos mais acessados sites de ensino a distância do mundo. Há, atualmente, mais de 400 cursos sobre as mais diversas áreas do conhecimento cadastrados na plataforma, a maioria deles oferecidos por instituições de ensino renomadas, como Universidade de Stanford e Museu Americano de História Natural. E o melhor: todos são gratuitos.

Introdução ao Pensamento Matemático

O Brasil é o terceiro país em quantidade de estudantes no Coursera, apesar de a maioria absoluta dos cursos exigir inglês intermediário ou avançado. Com os trabalhos de tradução, a expectativa é aumentar este número atendendo aos estudantes que não têm conhecimentos suficientes do idioma.

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