O mapa de todas as línguas
A iniciativa é de James Trimble, natural do Reino Unido, e permite identificar ligações etimológicas numa Europa dividida por várias línguas. Para tal basta escrever uma palavra em inglês e, após um simples click, verá num mapa como a mesma é escrita e pronunciada em todos os países europeus.
Este mapa de todas as línguas faladas na Europa mostra como as palavras mudam conforme se viaja pelo Continente. Mas há algumas exceções que permitem observar, por exemplo, como nos países da Europa ocidental existem semelhanças. A ideia pertence a James Trimble, natural do Reino Unido, que decidiu criar um mapa capaz de traduzir a mesma palavra, ao mesmo tempo, para todos os países da Europa.

Uma das conclusões é que, por exemplo, ‘banana’ é um termo idêntico entre vários países do Velho Continente, designadamente Portugal, Itália, França, Inglaterra, Irlanda, e outros mais centrais e nórdicos como Alemanha, Croácia, Noruega, Suécia e Islândia. Ainda assim, alerta James Trimble, as traduções da palavra são feitas automaticamente pela ferramenta ‘Google Translate’, pelo que há o risco de nem todas serem corretas.
Fonte: Noticias ao minuto
III Encontro do Grupo de Estudo e Trabalho em História e Linguagem – “Políticas das narrativas políticas”
O III Encontro do GETHL – Política das narrativas políticas objetiva criar um espaço multidisciplinar de discussão, tendo como base a narrativa e seus modos de configuração. É assim que a aparente repetibilidade do nome do evento se dissolve, indicando que toda narrativa é política, a despeito de sua intencionalidade ou demandas próprias, e que toda política atua também por mecanismos narrativos.
Para Mais Informações acesse: http://histlingua.wordpress.com/, http://www.fafich.ufmg.br/hist_lingua/ , https://www.facebook.com/events/296260667165690/?source=1
Sons são parte mais importante ao aprender 2ª língua, diz cientista
Um novo estudo de pesquisadores da Universidade de Houston, no Texas (EUA), pode ajudar no ensino e no aprendizado de idiomas. O Dr. Arturo Hernandez, diretor do Laboratório de Bases Neurais do Bilinguismo na universidade, utilizou técnicas comportamentais e métodos de neuroimagem para investigar o aprendizado de uma nova língua em um cérebro bilíngue. Com os resultados, descobriu que uma abordagem “orgânica”, com foco nos fonemas em vez de regras gramaticais, como a de uma criança que aprende a se comunicar, pode acelerar em mais de 20% o estudo da língua.
Com a análise da atividade neurológica de voluntários, a pesquisa revelou que bilíngues e monolíngues utilizam partes diferentes do cérebro para aprender um novo idioma. Enquanto bilíngues usam áreas mais básicas para adquirir vocabulário, monolíngues utilizam regiões mais complexas, no córtex frontal. “O cérebro muda quando as pessoas aprendem um novo idioma”, afirma Hernandez, em entrevista ao Terra, em português.
Autor do livro “O cérebro bilíngue”, lançado neste ano nos EUA, ainda sem versão brasileira, o pesquisador acredita que os resultados das recentes pesquisas sobre o assunto podem alterar drasticamente o método de ensino de uma segunda língua. Para ele, a “decoreba” não é o caminho.
Primeiramente, em vez de memorizar e traduzir, deve-se estudar os sons do idioma. “A criança não usa tradução – aprende do zero. É impossível aprender como uma criança, mas o pessoal deve tentar este método implícito”, sugere. “Não tem que estudar. Pode fazer isso sem pensar. Aqui muitos no Ensino Médio podem passar em uma prova de um idioma, mas não conseguem falar. É como aprender as regras de tênis e nunca jogar. Não tem sentido”.
Pequim promove mandarim e pune línguas de minorias étnicas
Na semana passada, oito tibetanos foram detidos no último esforço na batalha de Pequim contra as línguas e culturas de minorias étnicas.
Os tibetanos têm sido associados a um esforço popular para preservar sua língua e identidade cultural, disse a Radio Free Asia (RFA). A prática de ensino da língua local é considerada ilegal pelas autoridades nas regiões tibetana e uigur, onde o regime chinês busca eliminar todo o aspecto cultural dessas populações, especialmente a língua, e substituí-la pelo mandarim, a língua oficial da China.
Tibetanos foram detidos no município de Karma, onde uma figura religiosa tibetana popular, Khenpo Kartse, foi preso há quase um mês, acusado de realizar atividades anti-Estado, incluindo o ensino da língua tibetana, informaram fontes locais à RFA.
No Tibete, o regime chinês reprime a cultura tibetana, tornando a língua nativa redundante em toda a sociedade, diz a Administração Central Tibetana no exílio. Citando o sistema de ensino, que é inteiramente controlado pelo Partido Comunista Chinês, a administração argumenta que todo o sistema está configurado para atender exclusivamente às necessidades dos imigrantes chineses em vez dos estudantes tibetanos.
Brasil e Suíça se encontram em uma “Têra Novala”
Os 10 idiomas mais raros do mundo
Quando se pensa em idioma, as pessoas pensam em Inglês, Alemão, Francês, Espanhol. As Nações Unidas afirmou que, em média, uma língua desaparece a cada duas semanas. Em todo o mundo, quase 6.000 ou mais línguas estão em perigo de extinção, pois a maioria das pessoas que são fluentes está morrendo. Abaixo seguem as dez línguas mais raras de todo o mundo:
10ª:Só existem 8 pessoas que falam Chamicuro, de acordo com estudo de 2008. A linguagem é mais falada no Peru. No entanto, aqueles que falavam a língua desenvolveram um dicionário com seus termos, como por exemplo: kawali (cavalo), polyo (frango), pato (pato), katujkana (macaco), ma’nali (cão), Mishi (gato) waka (vaca).
9ª:Dlimi é uma língua do Nepal geralmente falado em regiões próximas a rios Toque e Rava. Também é falado nas montanhas do Khotang Distrito, localizado no leste do Nepal. Apenas 8 pessoas falam o idioma de acordo com o levantamento feito em 2007. Não há dicionário disponível para conservar a língua, porém há muitos livros escritos sobre a gramática e sintaxe do idioma.
8ª:Em 2008, apenas 6 nativos conhecem e usam a língua. No entanto, diferentemente da maioria dos idiomas que estão desaparecendo, há um professor da Universidade de Adis Abeba, na Etiópia que estuda o idioma. Ele concluiu que a língua segue uma estrutura de sujeito, objeto e verbo. Ongota é falado pelos afro-asiáticos na Etiópia, na margem oeste do Rio Weito em uma pequena aldeia
7ª:Liki é uma língua falada em ilhas ao largo da costa norte de Sarmi, kabupaten Jayapura e Kecamatan Sarmi, que são ilhas perto da Indonésia. Em 2007, um estudo mostrou que apenas 5 pessoas falam o idioma. Dizem que a origem do idioma pode ser: malaio-Polinésia, Centro-direita, Oriente malaio-Polinésia, região Oceânica, Oceânica-Ocidental, Norte de Nova Guiné, Sarmi Jayapura-Bay, e Sarmi.
6ª:Nas Ilhas Salomão, a linguagem Tanema foi falada em lugares como Ilha Vanikolo, Província Temotu e em uma aldeia Emua. Hoje, a língua é falada apenas por 4 pessoas, de acordo com um estudo realizado em 2008. Quer aprender verbos em Tanema? Tente: wekini (para ligar), Laro (para nadar), la vamora (para trabalhar), e la Muñana (para deitar-se.)


