Rádio Nacional de Angola transmite em línguas nacionais
“O uso das línguas nacionais nesta Rádio é de grande importância” 06-10-2013
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A afirmação é do embaixador Luís Neto Kiambata, que salientou que o uso das línguas nacionais através dos meios de comunicação social consolida a unidade, amizade, solidariedade e bem-estar.
“Creio que as informações que vêm do desempenho da rádio, são a prova mais evidente de que o público está bem servido. Melhoramos os serviços e levamos a todos as províncias, municípios, o fruto nas línguas nacionais, o que interessa, porque Angola é um país com 7 ou 8 línguas principais, 72 dialectos, 15 grupos étnicos e todos têm que conhecer a realidade do país. O uso das línguas nacionais nesta Rádio é de grande importância, para manter a unidade nacional, a amizade, a solidariedade e o bem-estar social”, afirmou.
Fonte: RNA-AO/Canal-A
UP POMERISCH SRIJWE UN LEESE LEIRE: viva o pomerano!
MILITANTES ENGAJADOS EM PRESERVAR A LÍNGUA POMERANA PROMOVEM APRENDIZAGEM DA LÍNGUA ORAL E ESCRITA POMERANA ATRAVÉS DE REDE SOCIAL.
UP POMERISCH SRIJWE UN LEESE LEIRE, grupo criado em janeiro de 2013 no FACEBOOK, já possui mais de 300 membros que compartilham assuntos diversos sobre a cultura e a língua, e principalmente se propõe a aprender a ler e escrever na língua.
Imigração do Hunsrück para o Brasil é tema de filme na Alemanha
Edgar Reitz retrata em seu novo filme uma história de amor comovente. O pano de fundo para o filme é a Alemanha rural, em meados do século 19, quando aldeias inteiras, impulsionadas pela fome e pela pobreza, emigraram para a distante América do Sul. No centro da trama, dois irmãos que um dia são colocados de frente com uma importante questão: sair ou ficar em seu país?
leia mais em
http://forlibi.blogspot.com.br/2013/09/imigracao-do-hunsruck-para-o-brasil-e.html
Mobilização Nacional Indígena

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) convoca organizações e povos indígenas, aliados e a sociedade brasileira para uma ampla e ostensiva mobilização contra o ataque aos direitos dos povos indígenas e em defesa do artigo 231 da Constituição Federal, que este ano completa 25 anos.
A Mobilização Nacional Indígena vai acontecer de 30 de setembro a 5 de outubro. Saiba mais > http://
*Agenda de atos confirmados*
> 1/10, terça, às 16h | Ato Público em frente ao Congresso Nacional, Brasília (DF)
> 1/10, terça, às 15h | Em frente à Embaixada brasileira em Berlim
https://www.facebook.com/
> 1/10, terça, às 12h | Aula Pública “Os direitos indígenas nos meandros do crescimento”
https://www.facebook.com/
> 2/10, quarta, às 17h | Ato Público em frente ao Masp, av. Paulista, São Paulo (SP)
https://www.facebook.com/
> 2/10, quarta, às 18h | Ato Público na Faculdade Metropolitana da Amazônia (Famaz), Av. Visconde de Souza Franco, n° 72, Bairro Reduto (Doca), Belém (PA)
https://www.facebook.com/
> 2/10, quarta | Encontro dos Povos Indígenas de Roraima no abraço a Roraima e comemoração dos 25 anos da Constituição, comunidade Sabiá, município de Pacaraima
http://bit.ly/15WoAG4
> 2/10, quarta | Em frente à Embaixada brasileira em Londres.
14-16 Cockspur St. SW1Y 5BL – 13h – 14h
> 3, 4 e 5/10 | Mobilização Nacional Indígena Contra o Retrocesso Social RJ
https://www.facebook.com/
> 03/10, quinta, às 8h | Marcha de Resistência dos Tapeba e de outros povos indígenas do Ceará, concentração na Praça da Matriz de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza (CE)
> 4/10, sexta, às 7h | Concentração em frente à Casa dos Povos Indígenas, antigo Espaço Kaxinawa, Av. Ceará, Centro, Rio Branco (AC)
IV Jornada de Estudos de Linguagem
No dia 24 de setembro ocorre, na Universidade Federal Fluminense, a IV Jornada de Estudos de Linguagem, organizada Pela pós-graduação em Estudos de Linguagem e pelo Instituto de Letras da UFF. Em sua terceira edição, chamada “Fronteiras e interfaces”, vem com o objetivo de promover discussões tanto sobre as relações entre os diversos ramos e perspectivas dos estudos de linguagem, quanto acerca das suas conexões com outros âmbitos disciplinares.
A Profª. Drª. Rosângela Morello, coordenadora do IPOL, participará da mesa Política linguística: novas questões e ações, apresentando as potencialidades e os desafios da construção de uma política para o Inventário Nacional da Diversidade Linguística do Brasil (INDL). Junto com ela apresentam Louis-Jean Calvet, da Universite Aix en Provence, com o trabalho “Planificação linguística e sua operacionalização” e Carlos Alberto Faraco, da UFPR, com “O labirinto das políticas linguísticas do governo brasileiro”.
As inscrições estão abertas desde o dia 02 de setembro e poderão ser feitas até o dia do evento.
A programação completa pode ser acessada neste no site do evento.
Por una soberanía idiomática
Escritores, intelectuales y académicos, entre otros, plantean “la necesidad perentoria de establecer una corriente de acción latinoamericana que recoja la pregunta por la soberanía lingüística como pregunta crucial de la época”. Proponen la creación de un Instituto Borges y la apertura de un foro de debate en el Museo del Libro y de la Lengua.
Por * Irene Agoff / Susana Aguad / Jorge Alemán / Fernando Alfón / Germán Alvarez / María Teresa Andruetto / Julián Axat / Martín Baigorria / Cristina Banegas / Silvia Battle / Diana Bellessi / Gabriel Bellomo / Carlos Bernatek / Emilio Bernini / Esteban Bér
El lema actual de la Real Academia Española (RAE) es “Unidad en la diversidad”. Lejos del purista “Limpia, fija y da esplendor”, el de hoy anuncia la mirada globalizadora sobre el conjunto del área idiomática. Podría entenderse como enunciado referido al carácter pluricéntrico del español, pero como al mismo tiempo la RAE define políticas explícitas en la conformación de diccionarios, gramáticas y ortografías, el matiz de “diversidad” que propone termina perdiéndose en el marco de decisiones normativas y reguladoras que responden a su tradicional espíritu centralista. Las instituciones de la lengua son globalizadoras cuando piensan el mercado y monárquicas cuando tratan la norma. La noción pluricéntrica, entendida en sentido estricto (diversos centros no sometidos a autoridad hegemónica), queda cabalmente desmentida entre otros ejemplos por el Diccionario Panhispánico de Dudas (2005), en el que el 70 por ciento de los “errores” que se sancionan corresponde a usos americanos. El mito de que el español es una lengua en peligro cuya unidad debe ser preservada ha venido justificando la ideología estandarizadora, que supone una única opción legítima entre las que ofrece el mundo hispanohablante.
Leia o texto na integra: http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-229172-2013-09-17.html





