Por una soberanía idiomática
Escritores, intelectuales y académicos, entre otros, plantean “la necesidad perentoria de establecer una corriente de acción latinoamericana que recoja la pregunta por la soberanía lingüística como pregunta crucial de la época”. Proponen la creación de un Instituto Borges y la apertura de un foro de debate en el Museo del Libro y de la Lengua.
Por * Irene Agoff / Susana Aguad / Jorge Alemán / Fernando Alfón / Germán Alvarez / María Teresa Andruetto / Julián Axat / Martín Baigorria / Cristina Banegas / Silvia Battle / Diana Bellessi / Gabriel Bellomo / Carlos Bernatek / Emilio Bernini / Esteban Bér
El lema actual de la Real Academia Española (RAE) es “Unidad en la diversidad”. Lejos del purista “Limpia, fija y da esplendor”, el de hoy anuncia la mirada globalizadora sobre el conjunto del área idiomática. Podría entenderse como enunciado referido al carácter pluricéntrico del español, pero como al mismo tiempo la RAE define políticas explícitas en la conformación de diccionarios, gramáticas y ortografías, el matiz de “diversidad” que propone termina perdiéndose en el marco de decisiones normativas y reguladoras que responden a su tradicional espíritu centralista. Las instituciones de la lengua son globalizadoras cuando piensan el mercado y monárquicas cuando tratan la norma. La noción pluricéntrica, entendida en sentido estricto (diversos centros no sometidos a autoridad hegemónica), queda cabalmente desmentida entre otros ejemplos por el Diccionario Panhispánico de Dudas (2005), en el que el 70 por ciento de los “errores” que se sancionan corresponde a usos americanos. El mito de que el español es una lengua en peligro cuya unidad debe ser preservada ha venido justificando la ideología estandarizadora, que supone una única opción legítima entre las que ofrece el mundo hispanohablante.
Leia o texto na integra: http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-229172-2013-09-17.html
Carta do Observatório da Educação na Fronteira

Mesa de abertura | Foto: Peter Lorenzo
Entre 15 e 18 de maio de 2013 foi realizado o III Seminário do Observatório de Educação na Fronteira: Educação Linguística no contexto Plurilíngue da Fronteira: ações e perspectivas, no Auditório Elke Hering da Universidade Federal de Santa Catarina. Participaram do evento as escolas parceiras do projeto OBEDF, coordenadores e bolsistas.
O seminário estabeleceu o encerramento do projeto, buscando promover mais um encontro da equipe para compartilhar as experiências e iniciativas, bem como refletir sobre os desafios encontrados neste período a fim de propor novas ações e perspectivas para continuar com o trabalho que não deve se findar com o término do projeto.
Disponível a Programação do III Seminário do Observatório da Educação na Fronteira
Já está no ar a programação completa do III Seminário do Observatório da Educação na Fronteira, a acontecer entre os dias 15 e 18 de maio na Biblioteca da Universidade Federal de Santa Catarina.
III Seminário OBEDF – Educação Linguística no Contexto Plurilíngue da Fronteira: ações e perspectivas.
O Observatório de Educação na Fronteira, com o apoio da CAPES, tem como objetivo de suas pesquisas o aprofundamento de reflexões em prol da qualificação do ensino fundamental em contextos plurilíngues e multiculturais, ampliando o campo de observação sobre a fronteira e os processos educativos deste âmbito em particular.
Como meio de apresentar os avanços do programa acontece o III Seminário OBEDF, cuja abertura acontecerá no dia 16 de maio, às 8:30, no Auditório Elke Hering da Biblioteca Universitária da Universidade Federal de Santa Catarina.
Para mais informações sobre o Projeto OBEDF, acesse: http://obedf2010.blogspot.com.br/
Mercosul prepara rede exclusiva de salas de cinema
Um filme brasileiro, projetado a partir do Uruguai e em exibição simultânea em Córdoba, Assunção ou Salvador.
A partir de maio de 2013, essa pode ser a realidade de qualquer longa-metragem realizado no Brasil, na Argentina, no Paraguai ou no Uruguai e que seja exibido pela Rede de Salas do Mercosul.
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